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Crítica: Pantera Negra

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Assim que Pantera Negra estreou nos cinemas, o que todos não paravam de dizer é que esse é o melhor filme entre os 18 filmes produzidos pela UCM. E realmente é o mais ousado e corajoso filme que a Marvel já fez. O diretor Ryan Coogler aborda em seu filme, sem medo, questões raciais nos EUA, empoderamento e identidade, ao mesmo tempo em que faz um filme de super-herói empolgante.

Ao contrário de outros filmes da Marvel, Pantera Negra não é um filme de origem. É claro que temos uma introdução á história de Wakanda, no início do filme, mas essa apresentação dura poucos minutos. Em sua primeira aparição, T’Challa (Chadwick Boseman) era apenas um príncipe em Capitão América – Guerra Civil, mas após a morte de seu pai – e rei de Wakanda – ele precisa retornar para casa e ser coroado rei. E é nisso que o filme foca – uma espécie de continuação dos acontecimentos em torno da vida do (futuro) Rei de Wakanda.

Wakanda é uma nação africana completamente isolada do resto do mundo. Com esse isolamento, eles conseguem esconder a surpreendente tecnologia que eles possuem através do valioso vibranium. No passado, T’Chaka (John Kani) é traído pelo irmão N’Jobu (Sterling K. Brown) e as ações tomadas após ocasiona no abandono de Erik Killmonger, filho de N’Jobu. Ele cresce com o desejo de ir para Wakanda e sentar no trono, pois tem planos para a tecnologia do vibranium.

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O grande destaque vai para Boseman. Ele cumpre a missão com tranquilidade de carregar nas costas o nome do filme. Boseman consegue trazer para a tela fragilidade que a posição de Pantera Negra traz ao mesmo tempo que até faz ser fácil a posição de um jovem rei. Entretanto, personagens coadjuvantes também merecem grande destaque. Shuri (Letitia Wright), a irmã mais nova de T’Challa, fica com as cenas engraçadas do filme. Ela é a responsável pela tecnologia de Wakanda e pelos trajes do Pantera Negra. A líder das Dora Milaje Okoye (Danai Gurira) rouba algumas cenas. Caristmática e forte, ela brilha durante todo o filme, além de protagonizar cenas de ação maravilhosas. Não podemos esquecer do vilão Erik Killmonger (Michael B. Jordan). Um dos melhores vilões da Marvel até agora. Ele não é raso, pelo contrário, sua motivação é convincente. Killmonger é o questionamento e reflexão sobre o legado de Wakanda.

Pantera Negra é o filme mais sério e profundo já criado pela Marvel. Tratando de assuntos atuais e necessários, o diretor acerta na criação de uma trama cheia de reviravoltas e mensagens importantes para reflexão e questionamento do público.

Leia também:
Crítica: Thor – Ragnarok.

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